Bem, colocarei o primeiro pedaço escrito de uma história que eu ando escrevendo. Não tem muita coisa escrita ainda, mas o desenrolar da história já está na minha cabeça.
E queria dedicar esse e todos os meus futuros posts a uma pessoa muito queria a quem eu devo minha eterna gratidão e carinho, por me fazer ver o mundo e a mim mesma com outros olhos.
E queria dedicar esse e todos os meus futuros posts a uma pessoa muito queria a quem eu devo minha eterna gratidão e carinho, por me fazer ver o mundo e a mim mesma com outros olhos.
~x~
Era uma tarde peculiarmente quente, algo muito incomum naquela terra gelada. o povo estranhava aquele belo sol que pendia no horizonte e cada habitante reagia de forma diferente, alguns contentes com a surpresa vinda dos céus, outros um pouco desapontados com o calor incomum que fazia. Mas o sol parecia atrair as crianças, como pássaros na primavera. Elas saiam aos montem, correndo pelas ruas e pelos arredores do vale onde a cidade se encontrava. Um pouco mais ao longe da civilização, dentro da mata fechada, duas meninas andavam juntas, de mãos bem atadas e olhos bem abertos e atentos, procurando algo em meio aquele labirinto verde. As duas tinham deviam ter idade entre 9 e 10 anos e uma semelhança muito grande; Cabelos bem claros e lisos, olhos acinzentados, com um tom que tendia para o azul. Até suas vestem eram parecidas, diferentes apenas na cor. A mais velha trajava uma veste branca com detalhes em seda vermelha de tom bem pastel, já as vestes da mais nova era de um lilás bem claro, com os detalhes em seda verde-água. A medida que andavam por entre a mata, iam acelerando o passo e olhando sempre em volta, exclamando em tom de nervosismo.
" Aya! Aya, onde você está!?"
Após uma longa e exaustiva caminhada, um barulho alto vindo de trás de um grupo de árvores fez com que elas parassem abruptamente. Elas se viraram na direção das árvores e ali pararam, com olhos e ouvidos bem atentos. O som aumentava gradativamente e o que quer fosse aquilo que fazia aquele estardalhaço, se aproximava. As duas, assustadas, tremiam como se um vento gelado lhes tivessem atravessado a espinha. Lentamente, com as mãos dadas e bem apertadas, deram alguns passos para trás, com o coração disparado. A coisa que vinha pela mata então acelerou e saiu sem aviso dentre as folhas. As meninas não conseguiram se conter e deixaram escapar um grito desesperado que logo se emudeceu quando viram a pequena criatura que surgiu da mata. A mais velha se aproximou com uma expressão enfurecida em seu rosto.
"Aya! Por onde você andou? Por acaso você tem noção de como nos deixou preocupadas?! Como é que você sai correndo assim, sem mais nem menos por dentro da mata? E sabe-se lá o que poderia ter acontecido. Venha, vamos embora daqui, papai deve estar preocupado conosco."
E envolveu os dedos no pequeno pulso da garotinha, que não devia ter mais do que 5 anos e, de rosto lembrava as duas outras, porém seus cabelos eram curtos e ainda mais claros, quase brancos, os olhos possuíam um tom amarelo muito vibrante e incomum que lembravam os de um felino. A pequenina não se mexeu ao ser puxada pela irmã mais velha e seus grandes olhos de criança fitavam os deve com um enorme desespero.
"Não! Vocês tem quer vir comigo. Ele vai morrer se não formos depressa."
Antes que pudessem falar qualquer coisa, Aya aproveitou o susto das duas para se soltar da mão que lhe prendia e se vira depressa, correndo de volta para o caminho de onde viera. Sem muito o que fazer naquela situação, as irmãs se viram obrigadas a segui-la mata a dentro.
" Aya! Aya, onde você está!?"
Após uma longa e exaustiva caminhada, um barulho alto vindo de trás de um grupo de árvores fez com que elas parassem abruptamente. Elas se viraram na direção das árvores e ali pararam, com olhos e ouvidos bem atentos. O som aumentava gradativamente e o que quer fosse aquilo que fazia aquele estardalhaço, se aproximava. As duas, assustadas, tremiam como se um vento gelado lhes tivessem atravessado a espinha. Lentamente, com as mãos dadas e bem apertadas, deram alguns passos para trás, com o coração disparado. A coisa que vinha pela mata então acelerou e saiu sem aviso dentre as folhas. As meninas não conseguiram se conter e deixaram escapar um grito desesperado que logo se emudeceu quando viram a pequena criatura que surgiu da mata. A mais velha se aproximou com uma expressão enfurecida em seu rosto.
"Aya! Por onde você andou? Por acaso você tem noção de como nos deixou preocupadas?! Como é que você sai correndo assim, sem mais nem menos por dentro da mata? E sabe-se lá o que poderia ter acontecido. Venha, vamos embora daqui, papai deve estar preocupado conosco."
E envolveu os dedos no pequeno pulso da garotinha, que não devia ter mais do que 5 anos e, de rosto lembrava as duas outras, porém seus cabelos eram curtos e ainda mais claros, quase brancos, os olhos possuíam um tom amarelo muito vibrante e incomum que lembravam os de um felino. A pequenina não se mexeu ao ser puxada pela irmã mais velha e seus grandes olhos de criança fitavam os deve com um enorme desespero.
"Não! Vocês tem quer vir comigo. Ele vai morrer se não formos depressa."
Antes que pudessem falar qualquer coisa, Aya aproveitou o susto das duas para se soltar da mão que lhe prendia e se vira depressa, correndo de volta para o caminho de onde viera. Sem muito o que fazer naquela situação, as irmãs se viram obrigadas a segui-la mata a dentro.
~x~
Ainda tem uma parte que já está escrita, mas como está tarde e eu trabalho amanhã, só escreverei depois.
See ya.
See ya.
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